12.25.2020

Do Natal!

 A chuva cai pesada...

Cá dentro do meu coração,

Somos quase nada...

Nessa terra de ilusões!

11.22.2020

Quânticos...

 Apagou o passado, pois quis ter um novo futuro...

9.09.2020

Cardio...

 Não é de se estranhar, depois de tanta desilusão e perdas.

Que o coração já não aguentasse mais...

Tenham uma ótima vida!

4.19.2020

Eu e meu erro.

Meu velho erro de acreditar nas pessoas!
Cansa-me este mau augúrio...
Cansa-me sempre o fim!



8.10.2019

Sanatório.

A cada dia se morre um pouco,
Quando aquilo que foi amado
Torna se mais distante e esquecido
No tempo!

7.23.2019

Talvez fosse o engano!

Talvez fosse o engano a única verdade em tudo!



11.28.2018

Da quarta feira...

É a dor que me acompanha dia e noite.
Dor do corpo já cansado...
Dor da alma que me fez amar o que já se foi...
E o relógio da eternidade me deixa com menos tempo...
Tic tac...
Tic tac...

8.11.2018

Taciturno.

Eu vi a alegria nos olhos daquela pequena menina...
Ela usava um vestido surrado de festa (quiçá de anos).
Vestido de daminha de festa Rosa.
Eu vi a alegria nos olhos daquela pequena menina...
Sorria e brincava como uma princesa.
Não sabia da nada da vida...
Não sabe das maldades e injustiças  do mundo.
Ria e brincava...
Eu vi a alegria daquela pequena menina.
Eu vi e chorei!

6.18.2018

Da cafonice

O passado tem um que de futuro!

5.31.2018

Do sonambulismo!

"Todos os versos são escritos no dia seguinte"
                                                   Fernando Pessoa.


Tanto os versos, como o sonho e a vida
Só podem ser medidos ou escritos no dia seguinte
Nas semanas seguintes, nos meses,
                                                             [Nos anos!
Nada que eu faça tem o sabor da vitória
                                           [Ou da felicidade.
Isso se perdeu nos anos que me sucederam.
Nos anos em que sonhar tinha sentido.
Cansa-me explicar o óbvio.
Cansa-me a massa sempre ignóbil!
Cansa-me a vida pura e simplesmente.
Em dias de outrora...
Amei e sonhei.
Hoje quieto observo estrelas!
Estrelas...

10.26.2017

Do vício

O que me faz mal?!
O café?
O amor?
A ausência?
A saudade?
O cigarro?
A cocaína?
O álcool?
O clonazepan?
A consciência vã?
Ou sua própria existência!?

10.20.2017

Questionamentos.

E essa ausência de mim, para tudo e para todos?

9.16.2017

6.06.2017

Aleatório.

Embora esse local não seja para certas piadas infames, lembrei-me do velho Buk.
E como minhas últimas semanas tem sido de tristezas infindas...
Lá vai!

5.26.2017

Sobre a esperança...

E aquele cão esperou noite e dia pelo retorno do seu dono.
Dormia e acordava esperando.
Até que um dia não acordou mais!

1.10.2017

Maio de 1978.

Depois de tanto tempo...
Eis que já é findo todo o passado...
Eis que já perdeu-se no tempo...

Depois de tanto tempo...
Tudo o que era tornou-se o que se foi!
Foi com o vento, o que era amado...

Depois de tanto tempo...
Você ter certeza que o paraíso já não retornará...
E o que ficou foi o inferno...
E que eu nunca mais vou voltar para o passado.
Nunca mais...

12.07.2016

REFUGO.

Pesada e torta.
Eis a vida em seus dias finais.
O que era ânsia hoje é decepção.
O que era amor hoje é saudade.
O que era vida hoje é pó!
Eis que nada mais pode salvar esse mundo!
Eis que nada mais me atrai...

9.29.2016

Epitáfio 2016...

Nascido em um município errado...
Nascido em um estado errado...
Nascido em um país errado...
Nascido em um mundo errado...
Sinceramente!
Não faço mais questão de estar aqui.

9.20.2016