8.17.2014

Do saudosismo...

E eu mais que de repente, me sinto como naquelas segundas feiras em que eu achava que eu iria abraçar o mundo depois das aulas da quarta série, em que achava que me casaria com a menina mais bela da escola depois de ser o mais rico homem do mundo...

8.15.2014

Eterno...

A idade não me importa!
O que me importa é o que vem com ela...

8.04.2014

Noite.

O que foi perdido para sempre,
Nos atormenta de maneira atroz e eterna...

7.23.2014

Museu...

Você perceber um erro tarde demais, geralmente só torna maior a sua dor e arrependimento...

7.15.2014

Tarde...

E de tanta tristeza já não sabemos o que são dias ou noites...

7.09.2014

Balada para o amanhã...

E em um belo dia só irão restar as palavras...
Tanto as más como as belas!
As palavras...

7.02.2014

The sin!

Não há o que dizer...
Há apenas o sentir!
o sentir...

7.01.2014

Insônia.

Um coração que outrora estava vivo incandescente;
Hoje tão somente bate inconsequente.
Um sonho que já acalentou meu mundo;
Hoje é tão somente escárnio profundo, sem rumo.

6.18.2014

Da sombra.

Você não vê!
                      Você não vê!

-Que existe um eu te amo, que nunca foi dito...
E continua aqui comigo esperando, esperando.

6.17.2014

Do tempo!

Estranho saber que o que já foi doce preocupação e ternura.
Hoje é distância e escárnio!

Phone.

Eis que a dor outrora esquecida acorda...
Os corpos que eram irmãos, hoje são distância...
Eis que a saudade retorna...
E os sonhos insistem em ter voz...
Eis que o tempo segue como uma fera...
E devora os que foram os melhores dias..
Deixando que a vida se torne só e fria...

Nada resta no fim!
Eis a verdade...

Talvez entre o hoje e o amanhã...
Quem sabe?!?

5.25.2014

Coruja.

E as reticências sempre foram minha fé!

5.17.2014

Bivaque

E a poesia me ensinou a sobreviver!
Só a sobreviver...

5.15.2014

O X da questão.

E quantas vezes eu vi seu rosto em outros?!?

4.25.2014

...


Aqui neste profundo apartamento
Em que, não por lugar, mas mente estou,
No claustro de ser eu, neste momento
Em que me encontro e sinto-me o que vou,
Aqui, agora, rememoro
Quanto de mim deixer de ser
E, inutilmente, [....] choro
O que sou e não pude ter.

Fernando Pessoa